2008-10-31

Agradável tarde na Biblioteca Municipal de Portalegre



Dia 1 de Novembro de 2008, venha passar uma agradável tarde na Biblioteca Municipal.
- Ás 16 horas - Lançamento da Plátano - Revista de Arte e Crítica de Portalegre, n.º 4 - Outubro 2008,
com apresentação de Carlos Juzarte Rolo e
Conferências sobre o tema "Formas de Cultura em Portalegre"
com Avelino Bento, Fernando Correia Pina e Carlos Garcia de Castro.
- Às 17.30 horas - "E(m)cantos da Biblioteca",
Conferência-concerto: 1978: Sonata de Outono,
por Oleksandra Stepanska (conferencista), Lyudmyla Gladysheva (pianista)
Com os melhores cumprimentos,
A Equipa da Biblioteca Municipal de Portalegre.

Significado do Halloween


Fonte: http://www.acidigital.com/controversia/halloween.htm
Halloween significa "All hallow's eve", palavra que provém do inglês antigo, e que significa "véspera de todos os santos", já que se refere à noite de 31 de outubro, véspera da Festa de Todos os Santos.
Entretanto, um antigo costume anglo-saxão roubou-lhe o seu estrito sentido religioso para celebrar em seu lugar a noite do terror, das bruxas e dos fantasmas. Halloween marca um regresso ao antigo paganismo.


Festa de todos os Santos


Entretanto, para os crentes é a festa de todos os Santos a que verdadeiramente tem relevância e reflecte a fé no futuro para quem espera e vive segundo o Evangelho pregado por Jesus. O respeito aos restos mortais de quem morreu na fé e a sua lembrança, inscreve-se na veneração de quem foi "templos do Espírito Santo".
A festa de Todos os Fiéis Defuntos foi instituída por São Odilon, monge beneditino e quinto Abade de Cluny na França em 31 de outubro do ano 998. Ao cumprir o milenário desta festividade, o Papa João Paulo II recordou que "São Odilon desejou exortar a seus monges a rezar de modo especial pelos defuntos. A partir do Abade de Cluny começou a estender-se o costume de interceder solenemente pelos defuntos, e chegou a converter-se no que São Odilon chamou de Festa dos Mortos, prática ainda hoje em vigor na Igreja universal".


[Informação enviada por Pedro Aguiar Pinto]

Conferência "Rei Dom Duarte - Portugal e a saudade" por José Valle de Figueiredo











2008-10-27

"Historia Ilustrada de la Escuela en España. Dos siglos de perspectiva historica"

 

Historia Ilustrada de la Escuela en España. Dos siglos de perspectiva histórica

Índice

Introducción. La invención de la escuela. Agustín Escolano Benito

Primera parte. La escuela en la sociedad liberal (1808 - 1939)

1. La cultura de la escuela en el sistema educativo liberal. Agustín Escolano Benito


2. Templos de la patria, templos del saber. Los espacios de la escuela y la arquitectura escolar. Antonio Viñao Frago


3. El orden del tiempo. Almanaques y horarios para la escuela. Agustín Escolano Benito


4. De niño a escolar. El alumno como construcción pedagógica. España 1834-1939. José María Hernández Díaz


5. El oficio de maestro en la sociedad liberal (1808 - 1939). Julio Ruiz Barrio

6. Lo que la escuela transmitió: el currículo y su acreditación. Aida Terrón Bañuelos


7. Formas de enseñar y modos de aprender en la escuela tradicional. Narciso de Gabriel Fernández


8. El ajuar de la escuela. Antón Costa Rico

9. La codificación de la primera manualística. Agustín Escolano Benito

10. La escuela como organización. María del Mar del Pozo Andrés


Segunda parte. La escuela en la segunda mitad del siglo XX

11. Las culturas escolares en el último medio siglo. Agustín Escolano Benito

12. El espacio escolar: viejas cuestiones, nuevos escenarios. Antonio Viñao Frago

13. El orden del tiempo y los ritmos escolares. Miguel Beas Miranda

14. La infancia escolarizada: un proceso contradictorio. María Nieves Gómez García

15. Los enseñantes y su cultura profesional. Antonio Molero Pintado

16. El currículo. Viejos y nuevos programas. Alejandro Tiana Ferrer

17. Tradición y renovación en los métodos de enseñanza. Carmen Benso Calvo

18. El utillaje escolar en la segunda mitad del siglo XX. Ramón López Martín

19. La modernización de la manualística escolar. Agustín Escolano Benito

20. La organización de la escuela. Del arcaísmo a la modernidad. Agustín Escolano Benito


Bibliografía

Índice analítico

Edita
Fundación Germán Sánchez Ruipérez
Madrid, 2006

26x20 cm
510 páginas
Fotografías. Ilustraciones
Encuadernación en cartoné con sobrecubiertas

70 €

Pedir catálogo

2008-10-26

Vamos votar na cortiça...


Vamos votar na cortiça (cork)

Uma conhecida revista australiana (Gourmet traveller) tem em curso um processo de votação online sobre as preferências dos consumidores para o tipo de vedante nos vinhos tintos.

Esta é uma boa oportunidade para expressarmos a nossa opinião. Sugere-se por isso a máxima divulgação e respectiva votação, o que pode ser feito através do seguinte link:

http://gourmettraveller.com.au/wine_polls.htm

2008-10-22

sabes?

sabes? pouco importa o fogo
se o gelo te apaga pequeno
sideral ponto escondido aí
entre o anjo frágil e a neve.
sabes? não acredites no pó
que cruza os ares o tempo
e pensa que cronos é água
gelada fonte que te atraca.
sabes? o teu corpo resiste
contra a efusão o momento
e prà frente a fuga é onda
falsa que arrasta inflexível.
sabes? vem ao lugar pensa
até que o mar é sopro vago
e o silêncio doce cântico.
sabes? não tenhas medo
sobre ti caia a noite breve
e o hálito do orvalho a ti
venha o peixe do mundo.
sabes? uma serpente bela
encosta-se à pele um beijo
de carne profundo te cai
contra os ossos e o chão.

sabes? rosa arde na planície.

2008-10-21

"Os oficiais do exército de Dom Pedro (1829-1835)


Os Oficiais do Exército de Dom Pedro

As Edições Guarda-Mor anunciam o lançamento de "Os Oficiais do Exército de Dom Pedro (1829-1835)" , edição fac-similiada da lista dos oficiais, coligida em 1835, e publicada nesse ano sem indicação de autor, sendo agora fixada e organizada por Manuel Amaral, que elaborou os índices dos regimentos e dos oficiais que os integravam.


No mês em que se comemoram 210 anos do nascimento de D. Pedro IV, evocam-se os mil quinhentos e quinze oficiais que o secundaram na conquista do poder para o liberalismo. De indubitável interesse, esta obra segue e conclui a primeira edição impressa do Guarda-Mor, "Os Oficiais d' El-Rei Dom Miguel", datada de 2002, ano em que se comemoravam os 200 anos do nascimento de D. Miguel.

O prefácio do coronel Américo Fernandes Henriques apresenta o enquadramento histórico em agiram os responsáveis pelo exército libertador, no ambiente de guerra civil que submergia o país, descrevendo-o de um modo empolgante, tal como já o fizera no capítulo da sua autoria em "Os Oficiais d' El-Rei Dom Miguel".

Para além do valor histórico dos dados que esta obra revela, "Os Oficiais do Exército de Dom Pedro" conta com elementos importantes para a genealogia, ao permitir-nos, através dos seus nomes, vir revelar teias familiares destes heróis vitoriosos que formariam alicerces na sociedade portuguesa pelo correr do intrincado século XIX.

A edição de "Os Oficiais do Exército de Dom Pedro (1829-1835)", contou com o apoio da Comissão Portuguesa de História Militar, e será lançada no próximo dia 21 de Outubro no Museu Militar de Lisboa (Largo de Santa Apolónia) às 18h30.

O preço de venda é de 26 euros e pode ser aqui encomendado.

2008-10-20

"Floridablanca 1728 - 1808. La utopía reformadora"

 

Floridablanca 1728 - 1808. La utopía reformadora

Floridablanca (1728-1808), la utopía reformadora recuerda, a través de dibujos, documentos, pinturas, porcelanas, libros, joyas y esculturas, el nacimiento del conde de Floridablanca, el entorno familiar y los primeros estudios en Murcia y Orihuela; los años de abogado en la Corte; el inicio de su actividad política; el nombramiento como embajador en Roma y más tarde la obtención del título de Conde de Floridablanca; sus años de Primer Ministro; las profundas reformas tanto políticas como administrativas, económicas y educativas que llevó a cabo; su política científica y artística y el papel como protector de la Real Academia de Bellas Artes de San Fernando. La exposición da a conocer además la caída de Floridablanca y su retiro en Murcia, los años de prisión en la ciudadela de Pamplona, el perdón real, el retorno a la política en la Junta Central de Murcia y en la Junta Suprema Central y su muerte en Sevilla en 1808.

La muestra reúne obras de grandes artistas como Goya Batoni, Mengs, Ferro, Bayeu, Vergara, Houasse, Flaugiers y Giaquinto. Asimismo se exhibirán, entre otras piezas, una colección de monedas y medallas del siglo XVIII procedentes de los museos arqueológicos de Madrid y Lorca y de la Casa de la Moneda de Madrid, pinturas propiedad del Museo de Versalles -como el retrato de Federico II de Prusia-, cristal de la Granja de Segovia y de Meissen, relojes de la Real Fábrica, piezas de porcelana del Retiro, la cuna de Fernando VII y el paño de túmulo de las exequias de Floridablanca.


Índice

De Hidalgo murciano a Fiscal del Consejo de Castilla

La ciudad de hermoso cielo y amenidad. Concepción de la Peña Velasco, Manuel Pérez Sánchez.

Sección 1ª.
Etapa murciana: Educación y formación

El varón prudente de buen modo y trato

Regalismo y reformismo al servicio de la monarquía de Carlos III: José Moñino durante sus años como fiscal del Consejo de Castilla (1766-1772). Juan Hernández Franco José Moñino y la extinción de la Compañía de Jesús. Enrique Jiménez López

Sección 2ª
Templar la justicia
Con el disfraz del celo religioso
Il uomo di esteriore dolce e affabile

Pro virtute et merito. Floridablanca, Secretario de Estado
La política interior del Conde de Floridablanca. Pedro Molas Ribalta

Tomar el timón, navegar por el mundo: Floridablanca, Ministro de Estado. M. Victoria López-Cordón Cortezo Floridablanca entre dos siglos: 1780-1808. Francisco Javier Guillamón Álvarez

Sección 3ª.
Quien ataca a una Corona
Refrenar los progresos de la ambición
Utraque unum
Libertad de mendigar, semilla de infinitos vicios
. Triunfar de los obstáculos de opinión
. La ilustración cristiana
Floridablanca exaltavit artem
La indebida y arbitraria confinación

Bibliografía

Organizan:Ayuntamiento de Murcia
Comunidad Autónoma de la Región de Murcia
Fundación Cajamurcia Real Academia de Bellas Artes de San Fernando
Sociedad Estatal de Conmemoraciones Culturales
Murcia - Madrid, 2008
31x24 cm 398 páginas
Ilustraciones
Encuadernación en cartoné con sobrecubierta

30 €

Pedir catálogo

2008-10-15

Memória do dia 9 do "Drop Dead Festival" (Bar-Hula-Hula, Praia do Rei - Costa da Caparica)




Scarlet and The Spooky Spyders (ITÁL.)

Scarlet and the Spooky Spyders (ITÁL.)

Phantom Vision (PORT.)



Lucas Lanthier, vocalista dos Cinema Strange


Cinema Strange (USA)

Cinema Strange (USA)

Poesia "in progress"


2008-10-12

nem

um clarão fundo azul celeste
rompe e mistura-se no sangue
enquanto sonoro nítido o mar
irrompe pelos pés como fado
pelos dedos do marinheiro…

hoje sou assim velho biombo
cruzado por tons e ventos
algas conchas e serapilheiras
cosido a antiquíssimo fiorde
espumado dentro de mim…

nem com os pássaros sigo.

Sim à tolerância