2004-03-26

azul e uma língua bífida. afinal, fado alexandrino vindo dos pastores sicilianos: "Por uma perna me agarras, a meio / da noite que se parte em mil bocados, / e embora durma sei que estou desperto / noutra ruga do tempo, ondes existes." (António Franco Alexandre, "Duende")
é da ruga do tempo a viagem que começa. do tempo aberto começado. espera...

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